Sobre Consagrações – ou tornando objetos mágicos

Em um treinamento magístico conforme realizado por ordens ou mesmo covens, logo depois de aprendermos um ritual de banimento somos ensinados algum feitiço de consagração. Este ato, que separa um objeto comum para o uso na magia, é um dos mais elementares e ao mesmo tempo um dos mais complexos dentro das práticas de um magista. Se trata do método que cria um Instrumento ritual, embora também seja aplicado para a criação de talismãs. Numa série de posts vamos discutir o porquê, buscando analisar detalhes e trazer ideias que possam aprimorar nossas práticas individuais.

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Lag b’Omer e uma epidemia 1900 anos atrás

Há 1900 anos, os alunos de Rabi Akiva morriam de uma epidemia de askalá, o que hoje se acredita ser difteria. A descrição talmúdica nos conta que se morria “enforcado”. A garganta era o alvo real e simbólico da morte. Simbolicamente, morreram os alunos que não aprenderam a demonstrar respeito por seus colegas. Foram 24.000 estudantes mortos em 33 dias. Foram mais de 700 mortes por dia. Ou muito mais, se considerarmos que não foram apenas os alunos de Rabi Akiva os atingidos.

Rabi Akiva ficou conhecido por ensinar que “ama o próximo como a ti mesmo, essa é a grande regra da Torah”. Como então seus alunos não se respeitavam?

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A Famosa Projeção Astral

Sei que estou sendo insistente, mas:

Não há diferença entre corpo e espírito.

                Muito pode ser especulado sobre o Plano Astral, mas não há como ter certeza do que se fala, devido à própria natureza desse Plano. Porém uma verdade deve ser revelada: não existe Plano Astral. Sei que posso estar sendo muito radical, mas me acompanha no raciocínio. A ideia mais empregada é de um plano separado do físico, um local que somente depois de muito treino e técnicas mirabolantes, é alcançado. E a experiência não é bem essa. O simples fato de sonhar acordado já é uma forma de manifestação no astral, algo natural, comum. Não há um muro separando as duas realidades, só há uma realidade. Pense em um modelo de camadas, estando no centro o mundo físico e quanto mais próximo da borda mais “sutil” a realidade vai ficando. Toda vez que você medita, sonha acordado, sonha dormindo, imagina, visualiza, verbaliza, anda, come… Em tudo isso você manifesta em todos os planos, ao mesmo tempo, dependendo do seu estado você vai agir mais em um lugar do que outro.

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A Cabeça do Escorpião.

                Agora que falamos um pouco sobre as Divindades Draconianas vamos tratar um pouco do sistema de treinamento mágico dentro desta visão. Como disse anteriormente o sistema Draconiano, principalmente o escrito por Michael Kelly acaba por adequar-se a diversos paradigmas da mão esquerda, e alguns da mão direita também.

                Claro que esse currículo irá usar a imagem do Dragão, a Besta Perfeita, como uma analogia para os seus iniciados. No caso é usada a figura de Tiamat e suas sete cabeças. A própria pode ser tópico de um texto mais a frente. As sete cabeças são:

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