Galdrastafir – Sigilização Nórdica

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Muitos já viram imagens de complexos sigilos, normalmente organizados de forma circular, e imediatamente associaram com os povos nórdicos e suas práticas de feitiçaria. Chamados de “galdrastafir” (algo como “bastão mágico” em islandês antigo), esta técnica foi muito característica de uma Islândia tardia (e já convertida), sendo erroneamente ligados a Era Viking pela cultura-pop. Analisaremos seu contexto histórico e a forma que influenciam praticantes contemporâneos de magia nórdica.

Imagem destacada: parte do Manuscrito de Huld, importante

fonte preservada sobre os galdrastafur

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O Aparato de um Mago – Parte 3

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Depois de discutirmos os Instrumentos mais recorrentes na magia prática (parte 1, parte 2), falaremos agora sobre a questão que tanto bloqueia iniciantes: como deve ser a forma física de um Instrumento? Deve seguir instruções tradicionais porém pouco práticas nos dias atuais? Ou é possível adaptar e usar o potencial de nossas Mentes para dar formas mais diversificadas à eles?

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O Aparato de um Mago – Parte 2

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Na primeira parte da série, definimos o que é um Instrumento magístico e nos focamos em dois dos principais do hermetismo, o bastão e a taça. Recapitulando, os quatro principais Instrumentos desta linha são os primeiros a serem lembrados na magia prática ocidental e são influentes mesmo em outras correntes.

Continuando, agora serão discutidas a adaga e o pantáculo. Entenderemos a simbologia por trás destes Instrumentos e suas funções mais comuns dentro da prática.

Imagem Destacada: o protagonista de Rurouni Kenshin com sua espada Sakabatou

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O Aparato de um Mago – Parte 1

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Depois de entender como a magia funciona, resta a dúvida: o que é preciso ter em mãos para realizá-la? Tradições medievais falam de objetos de ouro e prata, lâminas virgens e madeira colhida no fim de uma estação à luz do luar; as africanas de cabaças, objetos de metal pesado e fetiches; as herméticas de taças, adagas e círculos repletos de símbolos intrincados. Qual é o correto?

Começamos aqui uma série para discutir os itens empregados no trabalho da magia. Analisaremos alguns dos mais conhecidos e suas simbologias, para no fim dela discurtir as funções adotadas em diferentes linhas de pensamento, as formas físicas que podem ter e como encontrar aqueles que se adequem melhor a nós.

Imagem destacada: os Instrumentos de John Dee, expostos no Museu Britânico

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Entrevista – Bluefluke

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E como nosso primeiro entrevistado, logo um internacional –  Archtraitor Bluefluke (vulgo Nathan Smith)! Ocultista e ilustrador de Cincinnati (EUA), ganhou destaque principalmente em comunidades dedicadas a Magia do Caos por ser autor do Psychonaut Field Manual (“Manual de Campo do Psiconauta”, em tradução livre) – um guia para iniciantes na Magia, feito através de seu traço cartunesco, referências a games e linguagem leve. Mesmo sem possuir ainda uma versão em português, o manual alcançou uma popularidade muito grande em grupos brasileiros. Para conhecer mais detalhes sua trajetória, projetos e opiniões, confira agora nossa conversa o Bluefluke!

For English readers followers of Bluefluke: just scrow down, and read the interview on the original version!

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