Espíritos Domésticos e Práticas Diárias

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Diversos lugares no mundo possuem folclore sobre entidades que afetam ou mesmo habitam os lares das pessoas – antigas histórias que são comuns na zona rural aqui no Brasil, ou um hábito de tempos pagãos que se tornou um ícone hoje na Europa. Partindo destes contos e de princípios ritualísticos, podemos construir uma prática diária que visa principalmente a proteção das pessoas que moram conosco.

Imagem destacada: arte de um “domovoi”, do folclore do leste europeu

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O Aparato de um Mago – Parte 3

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Depois de discutirmos os Instrumentos mais recorrentes na magia prática (parte 1, parte 2), falaremos agora sobre a questão que tanto bloqueia iniciantes: como deve ser a forma física de um Instrumento? Deve seguir instruções tradicionais porém pouco práticas nos dias atuais? Ou é possível adaptar e usar o potencial de nossas Mentes para dar formas mais diversificadas à eles?

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O Aparato de um Mago – Parte 2

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Na primeira parte da série, definimos o que é um Instrumento magístico e nos focamos em dois dos principais do hermetismo, o bastão e a taça. Recapitulando, os quatro principais Instrumentos desta linha são os primeiros a serem lembrados na magia prática ocidental e são influentes mesmo em outras correntes.

Continuando, agora serão discutidas a adaga e o pantáculo. Entenderemos a simbologia por trás destes Instrumentos e suas funções mais comuns dentro da prática.

Imagem Destacada: o protagonista de Rurouni Kenshin com sua espada Sakabatou

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O Aparato de um Mago – Parte 1

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Depois de entender como a magia funciona, resta a dúvida: o que é preciso ter em mãos para realizá-la? Tradições medievais falam de objetos de ouro e prata, lâminas virgens e madeira colhida no fim de uma estação à luz do luar; as africanas de cabaças, objetos de metal pesado e fetiches; as herméticas de taças, adagas e círculos repletos de símbolos intrincados. Qual é o correto?

Começamos aqui uma série para discutir os itens empregados no trabalho da magia. Analisaremos alguns dos mais conhecidos e suas simbologias, para no fim dela discurtir as funções adotadas em diferentes linhas de pensamento, as formas físicas que podem ter e como encontrar aqueles que se adequem melhor a nós.

Imagem destacada: os Instrumentos de John Dee, expostos no Museu Britânico

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Egrégoras, Evocação Energética e Shows Musicais

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Por mais que muitas vezes nos esqueçamos disso, eventos cotidianos possuem suas próprias egrégoras, energias e repercussão em outros Planos. Shows e outras apresentações musicais estão sempre presentes como exemplos de como um evento comum (nem tanto, neste caso particular…) pode ser poderoso em termos magísticos e aproveitado por alguém com os conhecimentos necessários. Lançamentos de sigilos e consagrações feitas em concertos musicais são poderosos, e um excelente exercício envolvendo egrégoras e manipulação energética.

Imagem destacada: Aerosmith no Allianz Parque, 2016

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O Ginnungagap como um Modelo de Magia

One of the incredible pictures taken by James Appliton before the Eyjafjallajˆkull volcano sent out it's huge ash cloud. See MASONS story MNVOLCANO;  These stunning pictures show the Northern Lights shining over erruptions at the troublesome Icelandic volcano whose ash cloud caused flight chaos across Europe. Purple and blue lights contrast with bright yellow and red lava as it flows from the Eyjafjallajˆkull volcano, which was erupting from beneath its ice cap. Freelance photographer James Appleton, 23, from Cambridge, risked his life trekking solo to the area and captured these incredible shots. The determined Cambridge University graduate spent five days observing the first phase of the eruption from a shack in nearby Fimmvˆruh·ls moutain pass. He decided to make the trip after seeing torrents of lava pouring down the mountain during the first fissure which erupted in March. 

SWNS / Reporters

No primeiro post sobre modelos de magia baseados na simbologia nórdica, exploramos um interno baseado na hamr. Agora, discutiremos um modelo mais voltado para o exterior baseado no mito de criação apresentado nas Eddas. Ambos são complementares, e são de grande proveito se usados simultaneamente.

Imagem destacada: o vulcão Eyjafjallajökull, na Islândia. Segundo estudiosos dos mitos, a dualidade “gelo&fogo” pode só ter adquirido a importância que observamos hoje entre os colonizadores da ilha. Uma possível anterior, apontada em poemas rúnicos, pode ser “inverno&verão”.

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A hamr como um Modelo de Magia

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Anteriormente, conhecemos um mapeamento para a alma humana (hamr) baseado na simbologia nórdica – dividido na mente, na aura e na Consciência. Agora, cruzaremos estes conceitos para criar um modelo de magia, com um enfoque para o autoconhecimento. Para isto, discutiremos formas de se obter um entendimento prático dos símbolos apresentados.

Imagem Destacada: RAIDHO

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Um Banimento Germânico

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Algo comum na magia prática e em certas linhas pagãs porém muitas vezes negligenciado no paganismo germânico é o ritual de banimento. Com a função de abrir trabalhos, gerar uma fonte de energias e criar barreiras de proteção, entre os mais famosos praticados hoje em outras linhas magísticas podemos citar o “Ritual Menor do Pentagrama” do hermetismo (base para muitos outros) e o “Rubi-Estrela” de Aleister Crowley. Apresentarei aqui o banimento que eu utilizo em meus rituais dentro da egrégora, elaborado a partir do “Ritual do Martelo” proposto pelo autor Edred Thorsson.

Imagem Destacada: Jerome/Yggdrasill

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