Galdrastafir – Sigilização Nórdica

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Muitos já viram imagens de complexos sigilos, normalmente organizados de forma circular, e imediatamente associaram com os povos nórdicos e suas práticas de feitiçaria. Chamados de “galdrastafir” (algo como “bastão mágico” em islandês antigo), esta técnica foi muito característica de uma Islândia tardia (e já convertida), sendo erroneamente ligados a Era Viking pela cultura-pop. Analisaremos seu contexto histórico e a forma que influenciam praticantes contemporâneos de magia nórdica.

Imagem destacada: parte do Manuscrito de Huld, importante

fonte preservada sobre os galdrastafur

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Magia Prática Nórdica

Fonte: Ræveðis

Para os nórdicos, a magia era parte do cotidiano. Não tinham ordens e iniciações – era vista como uma habilidade que poderia ser aprendida por qualquer um que tivesse acesso (normalmente, a nobreza ou famílias tradicionais); por isso, ao invés de uma única palavra significando “magia”, seu idioma antigo possui várias descrevendo práticas bem específicas cada (embora alguns pesquisadores assumam que a palavra “fjölkynngi” – algo como “conhecimento” – seria usada para a magia em geral). Hoje, entenderemos um pouco mais sobre algumas dessas numerosas práticas que chegaram até a nossa época.

Imagem destacada: Ræveðis

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