Practical Magic: Pop Magic with RPG Gods.

Good time to all readers.

When we set out to evoke some entity using the method quoted in Grant Morrison’s Pop Magic, we open ourselves to a huge range of possibilities.

My experiences with this technique led me to believe, that sometimes an entity of a close concept for the fictional entity evoked, presents itself in that form, because she was interested in our invitation, in a way similar to a person going in a social outfit because the invitation of the party said that.

We have bibliographies in which this case is narrated several times and we have magical systems that are used as base, the evocation and the study of “fictional” entities, being those that are used of the beings of Mythos of the Cthulhu are the most famous and developed in the West, at least what is more widely known to the public.

Continue Reading

Magia Prática: Pop Magic com Deuses de RPG.

Bom momento a todos os leitores.

Quando nos propomos a evocar alguma entidade usando o método citado na obra Pop Magic de Grant Morrison, nos abrimos a uma gama enorme de possibilidades.

Minhas experiências com esta técnica me levaram a crer, que as vezes uma entidade de conceitos próximos, se apresenta naquela forma, porque ela se interessou pelo nosso convite, de uma maneira similar a uma pessoa ir com uma roupa social em um evento, pois o convite da festa dizia isso.

Temos bibliografias no qual este caso é narrado diversas vezes e temos sistemas mágicos que utilizam como base, a evocação e o estudo de entidades “ficcionais”, sendo os que se utilizam dos seres dos Mitos de Cthulhu a mais famosa e desenvolvida no ocidente, pelo menos o que é mais divulgado ao público.

Continue Reading

Baixa Magia

Magia não é só teatralidade, usar ferramentas consagradas, banimentos e todo esse ritual que você é acostumado a definir como magia. “Nossa fiz magia hoje”, disse qualquer imbecil que não estudou nada a fundo o suficiente pra dar uma característica melhor ao que se conhece sobre práticas mágicas.

Continue Reading

David, o perigoso – ou como desobedecer o rei

E ele mudou sua fala diante seus olhos, e ele fingiu insanidade em suas mãos. E ele arranhou as portas e deixou a saliva escorrer em sua barba. (1 Shemuel/Samuel 21:13)

A interpretação comum é que David, com medo de ser morto pelo rei, fingiu estar louco. Se jogou contra a porta e babou. Dizem que esses gestos se assemelhariam a um ataque epilético. E, na época (como hoje), as pessoas têm medo de se aproximar de epiléticos. O rei, assim, em vez de considerar David uma ameaça, manda apenas que o expulsem do palácio.

Continue Reading

OS Motivos.

Faz um bom tempo que não escrevo por aqui, e é justamente esse o assunto que escolhi para voltar. Durante minha ausência eu não fiquei parado e não deixei minhas práticas de lado, pelo menos as que funcionam, e sinceramente eu não queria voltar a escrever, não mesmo! Se não fossem alguns bons amigos eu não escreveria mais. Porém eles foram bem sinceros ao dizer que mesmo com todos os problemas, todo o “mimimi” e todos os “achismos” e “esquisoterices”, escrever sobre ocultismo vale a pena, e “alguém tem de fazer o serviço sujo”.
Então, por que eu decidi não escrever durante um tempo?
Antes de responder, vale à pena avisar que eu não estou aqui para te agradar, nem escrever o que você quer ler, se seu objetivo é encontrar alguém que sempre concorde com você ou que só escreve aquilo que você acha certo, vá para outro lugar!
Você foi avisado. Leia por sua conta e risco!

Continue Reading

A Canção Silenciosa das Runas

Quando lemos a palavra “runa” atualmente, logo pensamos nos antigos alfabetos germânicos e na sua atual associação com forças magísticas. É atribuído um caráter sagrado e mistificado aos caracteres, muitas vezes se alegando um embasamento em lendas e poemas. Porém, quando olhamos estes textos em seu idioma original e verificamos usos antigos para a palavra “rún”, podemos obter uma nova interpretação que vai além de uma ideia sobre “letras mágicas” e abre muitas possibilidades.

Imagem destacada: Nataša Ilinčić

Continue Reading

O Êxtase da Criação Mágicka/Artística

A magia é um ato de criatividade, o que lhe rendeu o nome “A Arte”; porém também é o estabelecimento de uma comunicação entre a nossa Vontade e o nosso entorno. A relação entre magia e as artes é antiga, e observar a forma que se entrelaçam pode nos render pensamentos interessantes. Colocaremos aqui algumas ideias envolvendo este diálogo principalmente nas artes visuais.

Continue Reading