Três Formas de Tesão

A referência é meramente metafórica. Todos os envolvidos eram maiores de idade. Já naquela parte de ser “de maior” que começa a ficar triste (os 30 tão logo ali…), diga-se de passagem.

Iniciando um novo “quadro” aqui no Platinorum, em Experimentos Esotéricos compartilharei um pouco de minhas experiências práticas na área do esoterismo, assim como nosso convidado especial, Dheib, o fez.

Hoje, três formas de tesão!

 

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Enlightenment and Insanity

 

A good time to all readers.

One of the most essential components with i found in the success of operations and magical rituals practiced, was the ability to have faith in the result, the effort to convince the mind that the outcome would manifest literally, that an entity would materially appear in front of me, which evoked object would emerge, and that sorcery, would take place as described.

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Iluminação e Insanidade

Um bom momento a todos os leitores.

Um dos componentes mais essenciais que encontrei no sucesso das operações e rituais mágicos que pratiquei, foi a capacidade de ter fé no resultado, o esforço para convencer a mente de que o resultado iria se manifestar literalmente, de que uma entidade iria aparecer materialmente na minha frente,  que objeto evocado iria surgir e que o feito, iria se realizar conforme o descrito.

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As Chaves e suas Fechaduras

Um símbolo é, em primeiro lugar, um grafismo ou ícone; aquilo que ele irá significar depende de lugar, época, contexto. Tendo isto em mente, podemos deduzir que o sagrado para um sistema não é o símbolo em si, mas sim aquilo que estamos buscando através deles. Tornamo-os chaves, meios simples de abrir um imenso repertório de imagens e sensações – é por isso que dizemos que “o Segredo protege a si mesmo”, conhecer os símbolos é inútil sem consciência daquilo a que se deve remeter. Logo, um sistema com simbologia similar ou mesmo igual a outro pode estar lidando com energias completamente diferentes – e para ilustrar essa ideia, farei uma análise partindo da iconografia nórdica com que trabalho.

Imagem destacada: “Vejviser lønnøgle”, arte de Ræveðis

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Quem tem medo do Abismo?

“Quando se olha muito tempo para um abismo, o abismo olha de volta para você”, diz o cliché de Nietzsche. Não apenas filósofos como muitos autores magistas se debruçaram sobre o assustador “Abismo” presente no Universo e no interior de nossas Mentes. Seria um local ilusivo, confuso e sombrio – porém também detentor de um imenso potencial oculto. Exploraremos algumas de suas concepções, com uma ênfase nos pontos de vista draconiano e hermético.

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