Destino, Poder e o Ser

Boa Tarde a Todos e Todas!
Hoje continuamos com nossa série a respeito de Livre Arbítrio e Destino.

Fazendo uma rápida recapitulação, no post passado chegamos à conclusão de que somos todos seres limitados, uma espécie de biomáquina ou biocomputador sem nenhuma verdadeira liberdade de ação, produtos do Big Bang – tudo que fazemos é consequência dos pequenos átomos na nossa cabeça.

MAS!

Hoje eu reviso essa ideia. Venha comigo!

 

Continue Lendo

A Trindade Draconiana: Pomba-Gira a Senhora do Desejo

The Awakening of the Will II – Copyright© 2017 Luciana Lupe Vasconcelos 

Seguindo com o segundo texto sobre a Trindade Draconiana, hoje falaremos sobre o arquétipo da Mulher Escarlate, representado popularmente no Brasil pela Pomba-Gira.

No texto anterior Exu o Senhor do Vazio, fiz uma analogia com o arquétipo de Senhor das Trevas. Agora falarei sobre o Arquétipo Pomba-Gira e como ele se encaixa na visão Draconiana sobre o Desejo.

Continue Lendo

Deuses modernos: Qfwfq e o conhecimento através experiência humana

Captura de Tela 2017-06-13 às 12.56.49

Deuses imaginados. Talvez todos os deuses tenham sido imaginados um dia antes de existirem. Com o seriado Deuses Americanos trazendo o livro de Neil Gaiman de volta ao mainstream — ou pelo menos ao nerdstream — nós voltamos também nossa curiosidade aos deuses modernos. Quem são? O que fazem? Como se relacionam? Trago um destes deuses contemporâneos. Fraco em culto, talvez, mas culto em sua natureza. Ele representa um acesso intermediário ao conhecimento científico através da experiência humana comum.

Continue Lendo

Uma Não-Amarração de Dia dos Namorados

Bom dia, meus caros e caras!

Como sabem, amarrações são um tópico execrado na maior parte das ordens e tradições magisticas ocidentais – basicamente por ser magia negra do pior tipo, onde uma pessoa é usada de objeto pela outra por conta dos desejos e obsessões da segunda.

Não muito diferente de forçar alguém à escravidão amorosa e sexual!

Mas, ainda assim, muitos buscam esse tipo de serviço em casas de umbanda ou de pessoas que praticam magia em geral.

A todos que se sentem inclinados a buscar essa prática, ou até mesmo àqueles que, nesse dia especial, se sentem apenas solitários e em busca de amor, o Colégio Platinorum oferece um ritual de amor sincero, não para prender os outros, mas sim para libertar a você mesmo!

Oferecemos a vocês, o poderoso ritual da não-amarração!

 

Continue Lendo

Matemática Universal

 

Há aqueles que acreditam que tudo está determinado.

E há aqueles que acreditam que tudo depende de nós.

Entre ambos, normalmente surge um sentimento violento e incômodo.

Aqueles que acreditam que tudo está determinado têm a lógica ao seu lado, pois falam da causalidade.

Já aqueles que acreditam que tudo depende de nós, evocam que a causalidade depende de nossas ações, de nossas escolhas.

Eu digo que ambas as coisas são a mesma, e que esse sentimento incômodo de paradoxo é nada mais que uma percepção limitada da realidade.

Aprofundemos.

 

Continue Lendo

31 de maio, sonhos e a virada cultural de Shavuot

cabala-banner

Tikun leil shavuot. A retificação da noite de Shavuot.

Quanto mais estudamos durante o dia, mais se aprende durante o sono… Estudos contemporâneos também demonstram a importância do sono para a consolidação do aprendizado. E é possível argumentar que a cabala já dizia isso.

Claro que as explicações são distintas. A cabala aponta que o estudo durante o dia facilita a elevação da alma para que ela aprenda “nos Céus” durante a noite.

Continue Lendo

A Caçada Selvagem, a Noite de Inverno e o Jól

c0553d57096ecdc655fc8b2f59d15c64[1]

A Caçada Selvagem é um mito muito presente no folclore europeu, normalmente como uma marcha noturna de fantasmas vingativos e seres demoníacos. Esta visão é uma distorção cristã de tradições pagãs germânicas que falavam de um período que antecedia o jól, envolvendo principalmente o culto aos mortos. Debateremos um pouco sobre ele aqui, dando um enfoque para o trabalho com Óðinn como um psicopompo.

Continue Lendo

Duas mulheres, com profissão, sem pais, nem maridos, circa 1.400 a.C.

midwivesQuando o Faraó decidiu mandar matar todos os meninos hebreus que viessem a nascer, mandou chamar pelo nome duas mulheres: Shifra e Pua.

— Shifra e Pua, façam com que não nasçam mais meninos hebreus vivos! Quando vocês foram chamadas às casas das mulheres prestes a dar à luz e for um menino, asfixiem-no e digam à mãe: “sentimos muito, mas seu filho nasceu morto”.

Para mim, o mais interessante não é nem a confiança que o Faraó tinha em sua própria voz de comando, mas o fato de essas duas mulheres terem profissão e não terem marido ou família registradas na Torah. Não é só curioso para mim. Isso deve ter atraído a atenção de diversos estudiosos ao longo dos anos, pois diversas tentativas de explicações aparecem nas discussões rabínicas.

Continue Lendo