Vida x Morte e as Árvores de Mentiras

Dizem que a Árvore da Vida é o mapa da consciência do homem.

Através da Kabbalah Hermética, foram construídas correlações entre esse código que supostamente tenha sido criado pelos judeus e posteriormente absorvido e utilizado por correntes magísticas. Em algum momento, criou-se o conceito oposto das Sephirot, as Qliphot. Muitos a vêem com um oposto complementar, outros como um oposto nefasto. Alguns cabalistas apenas a definem como rejeitos do Criador (o reino de Sitra Ahra, o “outro lado”), onde a luz do criador não toca, a expulsão do paraíso. Alguns também acreditam que ela é desnecessária pois as Sephiroth já possuem estes conceitos em si e não seria necessário outra árvore exclusiva para ela. Vou propor uma visão divergente.

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Os passos de um Xamã – Terceiro movimento: “Adquirir o Poder”

Depois de passar um tempo distante do mundo, estou de volta. Um espírito guardião me colocou em uma batalha comigo mesmo, e então pude compreender mais sobre o Poder Xamã. Nas publicações anteriores desta série, abordei por cima o que vem a ser o início da Jornada Xamânica e a Peregrinação, que é um ato sagrado de contato com o seu mundo pessoal. Quando o iniciado “morre” para o mundo profano, e “revive” sob a missão de tornar-se um Xamã – seja ele em específico como um curador, feiticeiro, viajante, guerreiro espiritual, ou tudo isso ao mesmo tempo, ele acumula dentro de si algo que se denomina “O Poder“, e é sobre isso que conversaremos agora.

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A Caçada Selvagem, a Noite de Inverno e o Jól

A Caçada Selvagem é um mito muito presente no folclore europeu, normalmente como uma marcha noturna de fantasmas vingativos e seres demoníacos. Esta visão é uma distorção cristã de tradições pagãs germânicas que falavam de um período que antecedia o jól, envolvendo principalmente o culto aos mortos. Debateremos um pouco sobre ele aqui, dando um enfoque para o trabalho com Óðinn como um psicopompo.

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Finados Ancestrais

A xamã organiza o tambor e os objetos de poder de seu falecido marido, no chão de sua casa. Ela está triste por simbolizar sua morte, mas sabe que os preparativos certos permitirão que ouça sua voz. Ela o chama, por uma fraca chama de vela. Ela canta, e então um vento leve entra em sua casa: o espírito de seu amado retornou para vê-la mais uma vez.

A morte não precisa separá-la de ninguém que ela amou.

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Os passos de um Xamã – Segundo Movimento: “Peregrinação”

As imagens desta publicação, são de um arquivo pessoal de minhas peregrinações pela cidade onde moro. Perceba o chamado do sagrado, sinta a canção da terra.

“Sem mapa, nem bússola, o jovem peregrino deixa a zona de conforto de sua tribo e adentra, determinado, as terras vermelhas do deserto de uma região próxima. Levando apenas uma ferramenta para cavar, ele avança ouvindo o canto de seus ancestrais. Apenas com os sussurros dos ventos em seus ouvidos, ele possui a certeza de que está no caminho certo.”

A intenção de qualquer peregrinação, longa ou curta, é ter contato com o sagrado e retornar cheio de energia e poder gerados pela experiência. O próprio ato de viajar é importante e adquire uma dimensão épica. A jornada pode ser perigosa, literal ou metaforicamente, como por exemplo, para um xamã japonês, uma peregrinação às montanhas sagradas era como morrer e ressuscitar.

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Os passos de um Xamã – Primeiro Movimento: “Nascer”

Aho! O Grande Espírito que habita em mim, saúda o Grande Espírito que habita em você!

Inicio hoje, mais uma coluna no Colégio Platinorum. Entre outros nomes, aqui serei conhecido como Wahkan, o peregrino. Tenho em mente trazer outros temas, porém, hoje venho trazer o primeiro texto de outros que virão, sobre Xamanismo. Que a Grande Águia guie nossa jornada de conhecimento!

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