O Dao

O que é o Dao (Tao)?

Porquê se chama Dao?

Como o alcançar?

Essas são algumas das perguntas que o interessado em esoterismo chinês pode se fazer, logo que houve as primeiras palavras a respeito do Daoismo.

É importante compreenser que esse sistema religioso/magístico surgiu como uma reação. Uma reação à perseguição e destruição de toda uma Era.

Entendamos, e talvez possamos responder a essas perguntas.

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O Sagrado na Natureza

Estamos em uma época de altíssima ameaça à Natureza, com líderes que negam o aquecimento global e eventos resultando da nossa negligência como os rompimentos de barragens. Um dos principais focos que alicerçam o heathenismo é o culto à Natureza, e uma preocupação diante toda a situação atual (junto de uma mudança de postura) é essencial dentro de uma prática pagã. Porém, o que queremos dizer com este “culto”? Como é que enxergamos a manifestação do Sagrado dentro da Natureza, e como uma postura mais tradicionalista pode se diferir de uma moderna? Vamos discutir.

Imagem destacada: o “Espírito da Floresta” de Princesa Mononoke, filme que apesar de ser asiático reflete muito da relação pagã com a Natureza.

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O Desmembramento do Xamã: Morte e Cura 

Os espíritos jogam o iniciado em uma mesa negra, e retalham seu corpo com facas de ossos e pedra. A carne se desfaz e vira pó; Um dos espíritos procura um osso específico, do esqueleto do iniciado. Encontrando um certo osso com um orifício, o espírito insere seu olho neste buraco, e vê que o iniciado será um xamã. Então os espíritos começam a refazer o homem, para que ele renasça repleto de poder.

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Vida x Morte e as Árvores de Mentiras

Dizem que a Árvore da Vida é o mapa da consciência do homem.

Através da Kabbalah Hermética, foram construídas correlações entre esse código que supostamente tenha sido criado pelos judeus e posteriormente absorvido e utilizado por correntes magísticas. Em algum momento, criou-se o conceito oposto das Sephirot, as Qliphot. Muitos a vêem com um oposto complementar, outros como um oposto nefasto. Alguns cabalistas apenas a definem como rejeitos do Criador (o reino de Sitra Ahra, o “outro lado”), onde a luz do criador não toca, a expulsão do paraíso. Alguns também acreditam que ela é desnecessária pois as Sephiroth já possuem estes conceitos em si e não seria necessário outra árvore exclusiva para ela. Vou propor uma visão divergente.

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Os passos de um Xamã – Terceiro movimento: “Adquirir o Poder”

Depois de passar um tempo distante do mundo, estou de volta. Um espírito guardião me colocou em uma batalha comigo mesmo, e então pude compreender mais sobre o Poder Xamã. Nas publicações anteriores desta série, abordei por cima o que vem a ser o início da Jornada Xamânica e a Peregrinação, que é um ato sagrado de contato com o seu mundo pessoal. Quando o iniciado “morre” para o mundo profano, e “revive” sob a missão de tornar-se um Xamã – seja ele em específico como um curador, feiticeiro, viajante, guerreiro espiritual, ou tudo isso ao mesmo tempo, ele acumula dentro de si algo que se denomina “O Poder“, e é sobre isso que conversaremos agora.

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A Caçada Selvagem, a Noite de Inverno e o Jól

A Caçada Selvagem é um mito muito presente no folclore europeu, normalmente como uma marcha noturna de fantasmas vingativos e seres demoníacos. Esta visão é uma distorção cristã de tradições pagãs germânicas que falavam de um período que antecedia o jól, envolvendo principalmente o culto aos mortos. Debateremos um pouco sobre ele aqui, dando um enfoque para o trabalho com Óðinn como um psicopompo.

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Finados Ancestrais

A xamã organiza o tambor e os objetos de poder de seu falecido marido, no chão de sua casa. Ela está triste por simbolizar sua morte, mas sabe que os preparativos certos permitirão que ouça sua voz. Ela o chama, por uma fraca chama de vela. Ela canta, e então um vento leve entra em sua casa: o espírito de seu amado retornou para vê-la mais uma vez.

A morte não precisa separá-la de ninguém que ela amou.

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