As Árvores da Vida de Naruto

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Animes e mangás japoneses costumam ter uma simbologia bastante interessante e intricada. Contudo, diferente das obras ocidentais, a ficção oriental é, não raro, mais longa, concisa e detalhada que a ficção ocidental. Onde os quadrinhos ocidentais possuem pequenas histórias que raramente desenvolvem seus personagens ou os colocam em uma estrutura que possua início, meio e fim, os mangás e animes japoneses tendem a ter longos arcos que, a pesar de fechados em si mesmos, progridem a história como um todo. Mas fica a questão – se formos analisar esotericamente esses arcos, como podemos descrever essas estruturas?

Bem, certamente que podemos descrevê-las a partir da árvore da vida hermética e também da Jornada do Herói. Tanto a estrutura dos Arcos individuais de um mangá segue a Jornada do Herói quanto a estrutura geral das obras tende a fazê-lo também. Porém, algo se perde nesse meio.

Vejamos.

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Cabala Judaica #20: Qual sou eu?

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Uma amiga perguntou: Na cabala, eu sou Nefesh? Sou Ruach? Eu sou a que está em Malkuth? Sou quem está em Tifereth? Ou existe um ego verdadeiro em Kether? Qual sou eu?

É interessante pensar isso. A resposta, no judaísmo, é muito simples.

Podem ser 3 almas, 4 mundos, 7 corpos, 10 esferas, 22 caminhos. De tudo isso, a maioria das pessoas acha que é apenas seu corpo, que estaria em Malkuth. É possível mesmo acreditar que uma pessoa é só suas vestes, é apenas o vaso onde todo o mar espiritual se deposita?

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A Primeira Família em um trem que nunca vai chegar

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Aquilo que entendemos como “o Mal” nos acompanha desde sempre. Ou desde que o tempo é tempo. Em Adão e Eva, em Caim e Abel. A cada momento em que nos desconectamos do Todo; quando deixamos a humanidade de lado. Sitra Ahra. O Outro Lado. As qlifot, kelipot, qliphoth. As cascas.

A ideia não sabe bem ao judaísmo. Já vimos isso antes. Foram estudantes contemporâneos de outras vertentes da magia que catalogaram e nomearam as cascas. O conceito é antigo, mas, apesar de tudo, ele nunca foi realmente necessário aos judeus para compreender a cabala.

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A Viga Milagrosa de Ben Mendelsohn

Esta história é falsa.

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Numa tarde em Vilna, o grande rabino Ben Mendelsohn, conhecido Shem Tov de Julz, chegou à cidade debaixo de chuva.

Parou em frente à estalagem e esperou que o dono o saísse para recebê-lo. Lá dentro, Piotr, dono da estalagem, se ocupava em organizar os hóspedes que se amontoavam próximos à lareira.

O grande rabino Ben Meldelsohn, irritado, mandou chamar o dono da estalagem, mas Piotr deu de ombros e pediu que um criado mandasse o velho à porta entrar sozinho.

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Cabala Judaica: Indicações 2016

Cursor_e_Photo_by_Glen_Noble___Unsplash___Unsplash

Referências para o iniciante nos estudos da cabala

Judaísmo e cabala. Dois assuntos interligados. A cabala, mesmo para os judeus que não creem em D’us, molda a tradição e o pensamento judaico. E o judaísmo, mesmo para os que operam a cabala apenas como ferramenta mágica, é chave para decifrar os símbolos e a gramática da Criação.

Separei cinco livros sobre judaísmo e cinco livros sobre as raízes da cabala, para construção de um vocabulário operacional útil ao estudo autônomo, independente, questionador da magia por trás do que chamam de cabala judaica. Vou listar os livros neste post e, a cada semana, indico um pouco sobre como ler ou o que procurar em cada uma dessas obras.

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Cabala Judaica #19: A Gramática da Criação

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Tem gente que diz estudar magia, cabala especialmente, e não sabe colocar vírgulas em uma frase. Gente que se vangloria de praticar algum exercício mágico diariamente há 10 anos e não sabe que aquele “há” tem “h” e acento agudo.

cabala etz chayim cf. Isaac LuriaEsses dias, em conversa informal com os colegas deste blog sobre indicações de leitura, respondi que minha sugestão de livro para quem quisesse ser um mago cabalista deveria ser uma Gramática. Resolvi me justificar por escrito. Primeiro, porque achei interessante que minha indicação para um estudo judaico dito “de mão direita” tenha sido um livro didático, enquanto a indicação do meu colega “da mão esquerda” foi um livro de Literatura. Segundo, porque entendo que, embora todos nós entendamos que deva haver liberdade e intuição na prática espiritual, isso não significa que não deva também haver regras.

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Cabala Judaica #18: da profecia à exegese

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Na narrativa do Talmud sobre uma discussão interminável entre os grandes Hillel e Shammai, D’us precisou interferir diretamente para solucionar a disputa. Nem cem anos mais tarde, em outra disputa insolúvel, agora entre Eliezer e Yehoshua, D’us foi impedido de se pronunciar. A narrativa marca a vitória da interpretação e do diálogo sobre a profecia e imposição religiosa.

A história foi registrada no Talmud como tendo ocorrido ainda no primeiro século da Era Comum e, em tempos de ameaças ao estado laico, vale a leitura.

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BANIMENTOS!!!

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Terceira e última parte da análise do “Liber O”, do nosso querido e amado Therion. Passamos pela Forma Deus e pela Vibração dos Nomes, e agora vamos para os famosos banimentos.

Primeiramente é necessário que o estudante saiba de uma coisa: os rituais de banimento, por mais diversos e específicos que sejam, são convenções, isso mesmo, são apenas uma fórmula pré-estabelecida que determinada egrégora utiliza para preparação de um ritual ou atividade específica, na grande maioria das vezes realizar um ritual de banimento sem fazer parte da egrégora de nada adianta, é mero exercício de visualização.

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