Palavras de Arluz

Continuando o texto da semana passada, deveríamos passar hoje para o estudo dos deuses e de suas mutações.

Contudo, durante um trabalho espiritual, fui influenciado (em mediunidade de psicografia por inspiração, isso é, recebendo o conteúdo mentalmente e transcrevendo-o) por uma entidade que se identificou como “Arluz”, e cuja assinatura poderá ser vista ao fim dessa postagem.

O texto de Arluz parece-me fantástico, e irei aproveitar o post de hoje para transcrevê-lo aos meus caríssimos amigos e leitores, adicionando a ele pequenas notas explanatórias onde acho que seja necessário – visto que o significado de algumas partes pode ser obscuro e, presentemente, acho-me (acredito) com a memória ainda suficientemente fresca para poder discorrer um pouco a respeito de seu significado.

Vamos lá !

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O Ginnungagap como um Modelo de Magia

One of the incredible pictures taken by James Appliton before the Eyjafjallajˆkull volcano sent out it's huge ash cloud. See MASONS story MNVOLCANO;  These stunning pictures show the Northern Lights shining over erruptions at the troublesome Icelandic volcano whose ash cloud caused flight chaos across Europe. Purple and blue lights contrast with bright yellow and red lava as it flows from the Eyjafjallajˆkull volcano, which was erupting from beneath its ice cap. Freelance photographer James Appleton, 23, from Cambridge, risked his life trekking solo to the area and captured these incredible shots. The determined Cambridge University graduate spent five days observing the first phase of the eruption from a shack in nearby Fimmvˆruh·ls moutain pass. He decided to make the trip after seeing torrents of lava pouring down the mountain during the first fissure which erupted in March. 

SWNS / Reporters

No primeiro post sobre modelos de magia baseados na simbologia nórdica, exploramos um interno baseado na hamr. Agora, discutiremos um modelo mais voltado para o exterior baseado no mito de criação apresentado nas Eddas. Ambos são complementares, e são de grande proveito se usados simultaneamente.

Imagem destacada: o vulcão Eyjafjallajökull, na Islândia. Segundo estudiosos dos mitos, a dualidade “gelo&fogo” pode só ter adquirido a importância que observamos hoje entre os colonizadores da ilha. Uma possível anterior, apontada em poemas rúnicos, pode ser “inverno&verão”.

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A hamr como um Modelo de Magia

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Anteriormente, conhecemos um mapeamento para a alma humana (hamr) baseado na simbologia nórdica – dividido na mente, na aura e na Consciência. Agora, cruzaremos estes conceitos para criar um modelo de magia, com um enfoque para o autoconhecimento. Para isto, discutiremos formas de se obter um entendimento prático dos símbolos apresentados.

Imagem Destacada: RAIDHO

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Sukot e Ushpizin, hospitalidade e os antepassados

“Ushpizin” significa convidados ou visitantes em aramaico.

Estamos no final do festa de Sukot, “Tabernáculos”.

A festa de Sukot é uma celebração dos antepassados e dos tempos em que os hebreus vagaram no deserto. Uma vez era uma celebração de extrema importância no ano judaico. Hoje é lembrada, mas pouco ritualizada. Conta-se que, quando Shammai, rabino que viveu entre 50 aEC e 30 EC, soube que sua nora havia lhe dado um neto, destruiu o quarto onde ela e o bebê estavam, deixando apenas a cama intacta. Em seguida, erigiu em torno da cama uma sukah, a tenda debaixo da qual se comemora sukot, para que o neto pudesse participar da celebração de forma apropriada.

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Os Corvos de Óðinn e a Alma Humana

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Os povos germânicos desenvolveram seus próprios conceitos a respeito de uma estrutura para a alma humana, hoje debatida por diversos autores. Enquanto alguns apresentam estruturas complexas com muitas subdivisões outros apresentam mais simples, sendo possível encontrar até mesmo fazem esquematizações ilustradas. Este estudo pode ser uma boa ferramenta para autoconhecimento, por isso apresento aqui em uma versão mais sucinta e prática.

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O Amor foi uma Invenção

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Um cantor e um alaúde. Amor cortês. Amor romântico. Romance. Romantismo.

Dizem que o Amor foi inventado por um poeta anônimo do século XII. Assim mesmo, inventado. Algum cantador com um alaúde debaixo do braço teve uma ideia tão melosa e atraente que se multiplicou feito um câncer. Talvez tenha doído. Dói inventar tamanha mentira.

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Mitos e Lendas: O Golem

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A literatura acerca da magia cabalística sobrevive renegada à fantasia. Se perguntarmos aos grandes estudantes de cabala de hoje, responderão que cabala é uma forma poética de tratar questões internas, psicológicas, sociais. São os grandes rabinos que ainda discordam.

A nossa tradição de cabala ibero-americana sobrevive repetindo a máxima: “no creo en brujas, pero que las hay, las hay”.

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