Mediunidade e Magia

É muito comum aos iniciantes na magia, se confundirem com o campo da Mediunidade e dos Poderes Psíquicos. Eu preciso ver auras? Preciso conseguir fazer projeção astral? Ou ver espíritos? Em outras palavras: Preciso ser médium para ser mago?

Bem, no texto de hoje pretendo lançar um pouco de luz sobre a questão.

Vamos nessa!

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O Ginnungagap como um Modelo de Magia

No primeiro post sobre modelos de magia baseados na simbologia nórdica, exploramos um interno baseado na hamr. Agora, discutiremos um modelo mais voltado para o exterior baseado no mito de criação apresentado nas Eddas. Ambos são complementares, e são de grande proveito se usados simultaneamente.

Imagem destacada: o vulcão Eyjafjallajökull, na Islândia. Segundo estudiosos dos mitos, a dualidade “gelo&fogo” pode só ter adquirido a importância que observamos hoje entre os colonizadores da ilha. Uma possível anterior, apontada em poemas rúnicos, pode ser “inverno&verão”.

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A hamr como um Modelo de Magia

Anteriormente, conhecemos um mapeamento para a alma humana (hamr) baseado na simbologia nórdica – dividido na mente, na aura e na Consciência. Agora, cruzaremos estes conceitos para criar um modelo de magia, com um enfoque para o autoconhecimento. Para isto, discutiremos formas de se obter um entendimento prático dos símbolos apresentados.

Imagem Destacada: RAIDHO

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Um Banimento Germânico

Algo comum na magia prática e em certas linhas pagãs porém muitas vezes negligenciado no paganismo germânico é o ritual de banimento. Com a função de abrir trabalhos, gerar uma fonte de energias e criar barreiras de proteção, entre os mais famosos praticados hoje em outras linhas magísticas podemos citar o “Ritual Menor do Pentagrama” do hermetismo (base para muitos outros) e o “Rubi-Estrela” de Aleister Crowley. Apresentarei aqui o banimento que eu utilizo em meus rituais dentro da egrégora, modificado a partir do “Ritual do Martelo” proposto pelo autor Edred Thorsson.

Imagem Destacada: Jerome/Yggdrasill

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Os 100 primeiros posts

100

Vencemos a marca de 100 posts, e o blog cresce de forma consistente.

Os posts do nosso Desmond Desfables apresentam forte fundamentação teórica sobre diversos aspectos da magia. O post sobre O Mito da Frequência 432 Hz foi o mais acessado do blog, tendo quase o dobro de acessos do segundo post mais visitado. E quase todas suas visitas vieram por busca orgânica a partir do Google. Isso garante ao Platinorum novos leitores diariamente. Desmond já tem novos mitos engatilhados para serem analisados em breve.

O segundo post mais visitado foi o de Magia Prática Nórdica. E o terceiro post mais visitado foi sobre os Sete erros mais comuns de iniciantes e avançados em magia. O post se tornou um dos mais visitados principalmente pela indicação em link por parte da Asatru & Liberdade, a quem agradecemos por divulgar nossos trabalhos.

Não é à toa que a categoria mais visitada é /asatru. Ravn permanecerá dedicado a publicar conteúdo de qualidade em 2017.

Além da página no Facebook do Colégio Platinorum, sabemos que vocês já nos compartilham no Twitter, no Reddit, no Blogger, até no Google+ (que D’us o tenha) e no Stack Exchange (!?). No Tumblr, a entrevista com Bluefluke repercutiu muito bem, abrindo os caminhos para a divulgação do blog.

Agradecemos muito todo o apoio.

Espalhem a palavra!

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A Árvore da Morte de Naruto

Continuando de onde paramos no nosso no último texto, exploremos hoje a Árvore da Morte presente no mangá Naruto.

Como pretendo evitar de trazer o contato com as energias qliphóticas para este post, irei abster-me de nomeá-las ou descrever em detalhes suas características. Irei descrevê-las apenas de forma superficial e dar mais ênfase ao modo com o autor lidou com elas – isso é, à forma como o Herói Solar venceu as qliphot.

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As Árvores da Vida de Naruto

Animes e mangás japoneses costumam ter uma simbologia bastante interessante e intricada. Contudo, diferente das obras ocidentais, a ficção oriental é, não raro, mais longa, concisa e detalhada que a ficção ocidental. Onde os quadrinhos ocidentais possuem pequenas histórias que raramente desenvolvem seus personagens ou os colocam em uma estrutura que possua início, meio e fim, os mangás e animes japoneses tendem a ter longos arcos que, a pesar de fechados em si mesmos, progridem a história como um todo. Mas fica a questão – se formos analisar esotericamente esses arcos, como podemos descrever essas estruturas?

Bem, certamente que podemos descrevê-las a partir da árvore da vida hermética e também da Jornada do Herói. Tanto a estrutura dos Arcos individuais de um mangá segue a Jornada do Herói quanto a estrutura geral das obras tende a fazê-lo também. Porém, algo se perde nesse meio.

Vejamos.

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O Conselho de Dumbledore

No último volume de Harry Potter, temos um diálogo entre o personagem-título e seu falecido professor Alvo Dumbledore ocorrendo em um local etéreo. Confuso, ele questiona se a situação é real ou “apenas coisa de sua cabeça”. A resposta dada pelo mestre mago é um importante conselho sobre a Imaginação e o potencial da Mente, duas coisas que tem sido negligenciadas por muitos aspirantes magistas.

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A Viga Milagrosa de Ben Mendelsohn

Esta história é falsa.

1

Numa tarde em Vilna, o grande rabino Ben Mendelsohn, conhecido Shem Tov de Julz, chegou à cidade debaixo de chuva.

Parou em frente à estalagem e esperou que o dono o saísse para recebê-lo. Lá dentro, Piotr, dono da estalagem, se ocupava em organizar os hóspedes que se amontoavam próximos à lareira.

O grande rabino Ben Meldelsohn, irritado, mandou chamar o dono da estalagem, mas Piotr deu de ombros e pediu que um criado mandasse o velho à porta entrar sozinho.

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