Os 100 primeiros posts

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Vencemos a marca de 100 posts, e o blog cresce de forma consistente.

Os posts do nosso Desmond Desfables apresentam forte fundamentação teórica sobre diversos aspectos da magia. O post sobre O Mito da Frequência 432 Hz foi o mais acessado do blog, tendo quase o dobro de acessos do segundo post mais visitado. E quase todas suas visitas vieram por busca orgânica a partir do Google. Isso garante ao Platinorum novos leitores diariamente. Desmond já tem novos mitos engatilhados para serem analisados em breve.

O segundo post mais visitado foi o de Magia Prática Nórdica. E o terceiro post mais visitado foi sobre os Sete erros mais comuns de iniciantes e avançados em magia. O post se tornou um dos mais visitados principalmente pela indicação em link por parte da Asatru & Liberdade, a quem agradecemos por divulgar nossos trabalhos.

Não é à toa que a categoria mais visitada é /asatru. Ravn permanecerá dedicado a publicar conteúdo de qualidade em 2017.

Além da página no Facebook do Colégio Platinorum, sabemos que vocês já nos compartilham no Twitter, no Reddit, no Blogger, até no Google+ (que D’us o tenha) e no Stack Exchange (!?). No Tumblr, a entrevista com Bluefluke repercutiu muito bem, abrindo os caminhos para a divulgação do blog.

Agradecemos muito todo o apoio.

Espalhem a palavra!

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A Árvore da Morte de Naruto

Continuando de onde paramos no nosso no último texto, exploremos hoje a Árvore da Morte presente no mangá Naruto.

Como pretendo evitar de trazer o contato com as energias qliphóticas para este post, irei abster-me de nomeá-las ou descrever em detalhes suas características. Irei descrevê-las apenas de forma superficial e dar mais ênfase ao modo com o autor lidou com elas – isso é, à forma como o Herói Solar venceu as qliphot.

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As Árvores da Vida de Naruto

Animes e mangás japoneses costumam ter uma simbologia bastante interessante e intricada. Contudo, diferente das obras ocidentais, a ficção oriental é, não raro, mais longa, concisa e detalhada que a ficção ocidental. Onde os quadrinhos ocidentais possuem pequenas histórias que raramente desenvolvem seus personagens ou os colocam em uma estrutura que possua início, meio e fim, os mangás e animes japoneses tendem a ter longos arcos que, a pesar de fechados em si mesmos, progridem a história como um todo. Mas fica a questão – se formos analisar esotericamente esses arcos, como podemos descrever essas estruturas?

Bem, certamente que podemos descrevê-las a partir da árvore da vida hermética e também da Jornada do Herói. Tanto a estrutura dos Arcos individuais de um mangá segue a Jornada do Herói quanto a estrutura geral das obras tende a fazê-lo também. Porém, algo se perde nesse meio.

Vejamos.

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O Conselho de Dumbledore

No último volume de Harry Potter, temos um diálogo entre o personagem-título e seu falecido professor Alvo Dumbledore ocorrendo em um local etéreo. Confuso, ele questiona se a situação é real ou “apenas coisa de sua cabeça”. A resposta dada pelo mestre mago é um importante conselho sobre a Imaginação e o potencial da Mente, duas coisas que tem sido negligenciadas por muitos aspirantes magistas.

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A Viga Milagrosa de Ben Mendelsohn

Esta história é falsa.

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Numa tarde em Vilna, o grande rabino Ben Mendelsohn, conhecido Shem Tov de Julz, chegou à cidade debaixo de chuva.

Parou em frente à estalagem e esperou que o dono o saísse para recebê-lo. Lá dentro, Piotr, dono da estalagem, se ocupava em organizar os hóspedes que se amontoavam próximos à lareira.

O grande rabino Ben Meldelsohn, irritado, mandou chamar o dono da estalagem, mas Piotr deu de ombros e pediu que um criado mandasse o velho à porta entrar sozinho.

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Finados Ancestrais

A xamã organiza o tambor e os objetos de poder de seu falecido marido, no chão de sua casa. Ela está triste por simbolizar sua morte, mas sabe que os preparativos certos permitirão que ouça sua voz. Ela o chama, por uma fraca chama de vela. Ela canta, e então um vento leve entra em sua casa: o espírito de seu amado retornou para vê-la mais uma vez.

A morte não precisa separá-la de ninguém que ela amou.

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Metamorfoses e a Alma Humana

Primeiramente, analisamos aspectos internos na alma humana sob o ponto de vista nórdico – sendo estes principalmente o Hügr (“pensamento”, a percepção sensorial e analítica), a Münr (“memória”, o depósito da identidade) e o Óðr (“inspiração”, a consicência elevada, analisada em artigo próprio). Agora, analisaremos dois aspectos mais externos, compreendendo também algumas crenças germânicas sobre projeção astral e mudanças de forma.

Imagem destacada: Stephanie Lostimolo

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Sukot e Ushpizin, hospitalidade e os antepassados

“Ushpizin” significa convidados ou visitantes em aramaico.

Estamos no final do festa de Sukot, “Tabernáculos”.

A festa de Sukot é uma celebração dos antepassados e dos tempos em que os hebreus vagaram no deserto. Uma vez era uma celebração de extrema importância no ano judaico. Hoje é lembrada, mas pouco ritualizada. Conta-se que, quando Shammai, rabino que viveu entre 50 aEC e 30 EC, soube que sua nora havia lhe dado um neto, destruiu o quarto onde ela e o bebê estavam, deixando apenas a cama intacta. Em seguida, erigiu em torno da cama uma sukah, a tenda debaixo da qual se comemora sukot, para que o neto pudesse participar da celebração de forma apropriada.

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O Seco e o Úmido

Seco e Úmido, RHP e LHP.

RHP. O caminho da mão direita. Chockmah, Chesed, Netzach, Malkuth.

LHP. O caminho da mão esquerda. Binah, Geburah, Hod, Malkuth.

RHP, onde se situa o cristianismo.

LHP, onde se situam a maioria das ordens dracônicas e satânicas.

E o seco e o úmido?

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