Uma Não-Amarração de Dia dos Namorados

Bom dia, meus caros e caras!

Como sabem, amarrações são um tópico execrado na maior parte das ordens e tradições magisticas ocidentais – basicamente por ser magia negra do pior tipo, onde uma pessoa é usada de objeto pela outra por conta dos desejos e obsessões da segunda.

Não muito diferente de forçar alguém à escravidão amorosa e sexual!

Mas, ainda assim, muitos buscam esse tipo de serviço em casas de umbanda ou de pessoas que praticam magia em geral.

A todos que se sentem inclinados a buscar essa prática, ou até mesmo àqueles que, nesse dia especial, se sentem apenas solitários e em busca de amor, o Colégio Platinorum oferece um ritual de amor sincero, não para prender os outros, mas sim para libertar a você mesmo!

Oferecemos a vocês, o poderoso ritual da não-amarração!

 

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O Aparato de um Mago – Parte 3

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Depois de discutirmos os Instrumentos mais recorrentes na magia prática (parte 1, parte 2), falaremos agora sobre a questão que tanto bloqueia iniciantes: como deve ser a forma física de um Instrumento? Deve seguir instruções tradicionais porém pouco práticas nos dias atuais? Ou é possível adaptar e usar o potencial de nossas Mentes para dar formas mais diversificadas à eles?

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O Aparato de um Mago – Parte 2

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Na primeira parte da série, definimos o que é um Instrumento magístico e nos focamos em dois dos principais do hermetismo, o bastão e a taça. Recapitulando, os quatro principais Instrumentos desta linha são os primeiros a serem lembrados na magia prática ocidental e são influentes mesmo em outras correntes.

Continuando, agora serão discutidas a adaga e o pantáculo. Entenderemos a simbologia por trás destes Instrumentos e suas funções mais comuns dentro da prática.

Imagem Destacada: o protagonista de Rurouni Kenshin com sua espada Sakabatou

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O Aparato de um Mago – Parte 1

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Depois de entender como a magia funciona, resta a dúvida: o que é preciso ter em mãos para realizá-la? Tradições medievais falam de objetos de ouro e prata, lâminas virgens e madeira colhida no fim de uma estação à luz do luar; as africanas de cabaças, objetos de metal pesado e fetiches; as herméticas de taças, adagas e círculos repletos de símbolos intrincados. Qual é o correto?

Começamos aqui uma série para discutir os itens empregados no trabalho da magia. Analisaremos alguns dos mais conhecidos e suas simbologias, para no fim dela discurtir as funções adotadas em diferentes linhas de pensamento, as formas físicas que podem ter e como encontrar aqueles que se adequem melhor a nós.

Imagem destacada: os Instrumentos de John Dee, expostos no Museu Britânico

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O Que É Um Deus

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Devido a uma onda de reformismo mágico, temos visto cada vez mais pessoas contatarem entidades declaradas sombrias ou maléficas sob uma desculpa interessante:

“Essa entidade foi um(a) deus(a) pagã e benéfica no passado, cruelmente pervertida e mutada pela igreja/patriarcado opressor! Não tem problema nenhum!”

Uma enorme demonstração de desconhecimento mágico e mediúnico simples.

No artigo de amanhã, exploraremos a questão das mutações divinas – quando os deuses e entidades se transformam, mudam e aparecem em novas formas. Mas, no de hoje, exploraremos exatamente o que são Deuses, Demônios, Anjos, Entidades e assim em diante – de modo a podermos entender um pouco melhor o texto de semana que vem.

Vamos lá!

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Iluminados LHP – Merlin

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Sempre escutamos exaustivamente sobre pessoas “Iluminadas” (seja em graus máximos de ordens, desenvolvimento espiritual ou simplesmente por uma contribuição muito grande à sua comunidade) associadas ao “Caminho da Mão Direita”, ofuscando por completo outras vias de Iluminação. Por isso, iniciamos esta série sobre pessoas que obtiveram um patamar elevado através de Caminhos que associamos com a Mão Esquerda, para que vejam quantas possibilidades temos disponíveis para nós. Como o primeiro, o “Iluminado LHP” arquetípico: Merlin.

Imagem destacada: phongduong

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Sugestões simples para o Yule.

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Os dias 20, 21 e 21 desse mês comemora-se o Solstício de Inverno, seria o “fim do ano” de acordo com as estações. O mesmo período foi usurpado pela Igreja como o nascimento de Cristo, mas isso não vem ao caso agora.

Apesar do difícil período que se mostra, há a promessa de uma nova esperança, o Sol, doador de vida e abundância, renasce, agora é o nascimento da Criança Prometida, trazendo consigo a esperança de um novo começo e da realização de projetos.

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Exemplos de Assunção Forma -Deus.

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Para finalizar o texto anterior irei narrar dois fatos experimentados por mim. Ambos retirados de meus diários mágicos, vou omitir as datas astrológicas e profanas, mas o resto está tudo ai.

Exemplo 1: Assunção da Forma –Deus de Ogum para reconsagrar minha espada cerimonial.

Objetivo: Reconsagrar minha arma elemental do Ar dando a ela uma característica mais bélica. Para isso acreditei ser melhor assumir a Forma –Deus de Ogum, é uma divindade que possuo intimidade e também é de um panteão que possuo um conhecimento bom. Dentre as características busquei lembrar-me de Ogum como ferreiro, guerreiro e generoso com seus comandados. A figura de Ogum Megê-Megê serve muito bem por ser mais velho e sábio, um estrategista racional. E também por Ele ser temido pelos espíritos maléficos e mal intencionados. Qualidades essenciais para minha espada: Ar, Razão, Ser temida pelo mal.

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