O Que É Um Deus

Devido a uma onda de reformismo mágico, temos visto cada vez mais pessoas contatarem entidades declaradas sombrias ou maléficas sob uma desculpa interessante:

“Essa entidade foi um(a) deus(a) pagã e benéfica no passado, cruelmente pervertida e mutada pela igreja/patriarcado opressor! Não tem problema nenhum!”

Uma enorme demonstração de desconhecimento mágico e mediúnico simples.

No artigo de amanhã, exploraremos a questão das mutações divinas – quando os deuses e entidades se transformam, mudam e aparecem em novas formas. Mas, no de hoje, exploraremos exatamente o que são Deuses, Demônios, Anjos, Entidades e assim em diante – de modo a podermos entender um pouco melhor o texto de semana que vem.

Vamos lá!

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Iluminados LHP – Merlin

Sempre escutamos exaustivamente sobre pessoas “Iluminadas” (seja em graus máximos de ordens, desenvolvimento espiritual ou simplesmente por uma contribuição muito grande à sua comunidade) associadas ao “Caminho da Mão Direita”, ofuscando por completo outras vias de Iluminação. Por isso, iniciamos esta série sobre pessoas que obtiveram um patamar elevado através de Caminhos que associamos com a Mão Esquerda, para que vejam quantas possibilidades temos disponíveis para nós. Como o primeiro, o “Iluminado LHP” arquetípico: Merlin.

Imagem destacada: phongduong

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Egrégoras, Evocação Energética e Shows Musicais

Por mais que muitas vezes nos esqueçamos disso, eventos cotidianos possuem suas próprias egrégoras, energias e repercussão em outros Planos. Shows e outras apresentações musicais estão sempre presentes como exemplos de como um evento comum (nem tanto, neste caso particular…) pode ser poderoso em termos magísticos e aproveitado por alguém com os conhecimentos necessários. Lançamentos de sigilos e consagrações feitas em concertos musicais são poderosos, e um excelente exercício envolvendo egrégoras e manipulação energética.

Imagem destacada: Aerosmith no Allianz Parque, 2016

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Mediunidade e Magia

É muito comum aos iniciantes na magia, se confundirem com o campo da Mediunidade e dos Poderes Psíquicos. Eu preciso ver auras? Preciso conseguir fazer projeção astral? Ou ver espíritos? Em outras palavras: Preciso ser médium para ser mago?

Bem, no texto de hoje pretendo lançar um pouco de luz sobre a questão.

Vamos nessa!

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A Árvore da Morte de Naruto

Continuando de onde paramos no nosso no último texto, exploremos hoje a Árvore da Morte presente no mangá Naruto.

Como pretendo evitar de trazer o contato com as energias qliphóticas para este post, irei abster-me de nomeá-las ou descrever em detalhes suas características. Irei descrevê-las apenas de forma superficial e dar mais ênfase ao modo com o autor lidou com elas – isso é, à forma como o Herói Solar venceu as qliphot.

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As Árvores da Vida de Naruto

Animes e mangás japoneses costumam ter uma simbologia bastante interessante e intricada. Contudo, diferente das obras ocidentais, a ficção oriental é, não raro, mais longa, concisa e detalhada que a ficção ocidental. Onde os quadrinhos ocidentais possuem pequenas histórias que raramente desenvolvem seus personagens ou os colocam em uma estrutura que possua início, meio e fim, os mangás e animes japoneses tendem a ter longos arcos que, a pesar de fechados em si mesmos, progridem a história como um todo. Mas fica a questão – se formos analisar esotericamente esses arcos, como podemos descrever essas estruturas?

Bem, certamente que podemos descrevê-las a partir da árvore da vida hermética e também da Jornada do Herói. Tanto a estrutura dos Arcos individuais de um mangá segue a Jornada do Herói quanto a estrutura geral das obras tende a fazê-lo também. Porém, algo se perde nesse meio.

Vejamos.

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O Seco e o Úmido

Seco e Úmido, RHP e LHP.

RHP. O caminho da mão direita. Chockmah, Chesed, Netzach, Malkuth.

LHP. O caminho da mão esquerda. Binah, Geburah, Hod, Malkuth.

RHP, onde se situa o cristianismo.

LHP, onde se situam a maioria das ordens dracônicas e satânicas.

E o seco e o úmido?

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BANIMENTOS!!!

Terceira e última parte da análise do “Liber O”, do nosso querido e amado Therion. Passamos pela Forma Deus e pela Vibração dos Nomes, e agora vamos para os famosos banimentos.

Primeiramente é necessário que o estudante saiba de uma coisa: os rituais de banimento, por mais diversos e específicos que sejam, são convenções, isso mesmo, são apenas uma fórmula pré-estabelecida que determinada egrégora utiliza para preparação de um ritual ou atividade específica, na grande maioria das vezes realizar um ritual de banimento sem fazer parte da egrégora de nada adianta, é mero exercício de visualização.

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