Platinorum Recomenda: After the Angel, An Account of The Abramelin Operation – Marcus Katz.

Tá no Kindle Unlimited!

Ultimamente estou tendo muito contato com as excelentes obras de Marcus Katz, principalmente as que envolvem Tarot. Recomendo todos os livros dele, porém não encontrei nenhum em português.

After the Angel são as páginas dos diário de Marcus enquanto ele realiza a Operação de Abramelin, o autor consegue descrever em poucas palavras todas as etapas e principalmente suas vivências durante a Operação, até o dia em que consegue realmente o Conhecimento e Conversação com o Sagrado Anjo Guardião.

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Vida x Morte e as Árvores de Mentiras

Dizem que a Árvore da Vida é o mapa da consciência do homem.

Através da Kabbalah Hermética, foram construídas correlações entre esse código que supostamente tenha sido criado pelos judeus e posteriormente absorvido e utilizado por correntes magísticas. Em algum momento, criou-se o conceito oposto das Sephirot, as Qliphot. Muitos a vêem com um oposto complementar, outros como um oposto nefasto. Alguns cabalistas apenas a definem como rejeitos do Criador (o reino de Sitra Ahra, o “outro lado”), onde a luz do criador não toca, a expulsão do paraíso. Alguns também acreditam que ela é desnecessária pois as Sephiroth já possuem estes conceitos em si e não seria necessário outra árvore exclusiva para ela. Vou propor uma visão divergente.

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Fases da Lua e Ritualística

Os ciclos temporais e seus usos magísticos são reverenciados em tradições antigas e estudados pelas novas, com diversos meios de se encontrar um momento favorável a um ritual ou uma decisão. Entre eles, as fases da lua sempre foram usadas como indicador, sendo a base de calendários de muitas culturas e havendo estudos que vão desde grimórios medievais até um capítulo do Psiconauta de Peter Carroll. Confiram aqui um guia rápido de como aproveitar esta energia em suas práticas e rituais.

Imagem destacada: w1tchbones

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Um Nome para o Universo

Nomes possuem poder, e inúmeras histórias de todas as épocas nos lembram disto; desde contos folclóricos onde pronunciar o nome verdadeiro de um leprechaun detém suas artimanhas, até livros de fantasia onde certos nomes evocam poderes mágicos. Os magistas estão sempre buscando compreender o macrocosmo ao seu redor – aquela somatória de tudo o que existe, que também se remete a onde tudo se originou. Isto não necessariamente possui um nome, porém nós o demos vários; e hoje, discutiremos de que forma o nome que utilizamos para o macro cria nossa relação com ele.

Imagem destacada: capa de “O Nome do Vento” por Marc Simonetti, mais uma história sobre o poder dos nomes

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Calendário Magista – Janeiro 2018

Como uma nova iniciativa para 2018, postaremos calendários mensais com alguns marcos que podem ser aproveitados para diversas ritualísticas. Os posts virão no final de cada mês, para que possam ter algum tempo para se programar; e embora nenhuma celebração pagã aconteça comumente em janeiro, os meses que as possuírem também terão as datas indicadas (além de solstícios, equinócios e eclipses). Todas as horas informadas consideram o horário de verão.

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O Aparato de um Mago – Parte 3

Depois de discutirmos os Instrumentos mais recorrentes na magia prática (parte 1, parte 2), falaremos agora sobre a questão que tanto bloqueia iniciantes: como deve ser a forma física de um Instrumento? Deve seguir instruções tradicionais porém pouco práticas nos dias atuais? Ou é possível adaptar e usar o potencial de nossas Mentes para dar formas mais diversificadas à eles?

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A Força, Hércules, a Bela e a Fera e J-RPG

Os Arcanos do tarot são arquetípicos, podendo se manifestar como personagens específicos, cenas ou mesmo o tema de contos inteiros. O arcano d’A Força possui diferentes formas de representação em todas estas formas, e pode ser visto até mesmo como uma expressão do método de busca de algumas linhas magísticas. Analisaremos aqui alguns destes diversos modos que foi retratado, traçando os paralelos entre eles.

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O Aparato de um Mago – Parte 2

Na primeira parte da série, definimos o que é um Instrumento magístico e nos focamos em dois dos principais do hermetismo, o bastão e a taça. Recapitulando, os quatro principais Instrumentos desta linha são os primeiros a serem lembrados na magia prática ocidental e são influentes mesmo em outras correntes.

Continuando, agora serão discutidas a adaga e o pantáculo. Entenderemos a simbologia por trás destes Instrumentos e suas funções mais comuns dentro da prática.

Imagem Destacada: o protagonista de Rurouni Kenshin com sua espada Sakabatou

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