Palavras de Arluz

Continuando o texto da semana passada, deveríamos passar hoje para o estudo dos deuses e de suas mutações.

Contudo, durante um trabalho espiritual, fui influenciado (em mediunidade de psicografia por inspiração, isso é, recebendo o conteúdo mentalmente e transcrevendo-o) por uma entidade que se identificou como “Arluz”, e cuja assinatura poderá ser vista ao fim dessa postagem.

O texto de Arluz parece-me fantástico, e irei aproveitar o post de hoje para transcrevê-lo aos meus caríssimos amigos e leitores, adicionando a ele pequenas notas explanatórias onde acho que seja necessário – visto que o significado de algumas partes pode ser obscuro e, presentemente, acho-me (acredito) com a memória ainda suficientemente fresca para poder discorrer um pouco a respeito de seu significado.

Vamos lá !

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O Que É Um Deus

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Devido a uma onda de reformismo mágico, temos visto cada vez mais pessoas contatarem entidades declaradas sombrias ou maléficas sob uma desculpa interessante:

“Essa entidade foi um(a) deus(a) pagã e benéfica no passado, cruelmente pervertida e mutada pela igreja/patriarcado opressor! Não tem problema nenhum!”

Uma enorme demonstração de desconhecimento mágico e mediúnico simples.

No artigo de amanhã, exploraremos a questão das mutações divinas – quando os deuses e entidades se transformam, mudam e aparecem em novas formas. Mas, no de hoje, exploraremos exatamente o que são Deuses, Demônios, Anjos, Entidades e assim em diante – de modo a podermos entender um pouco melhor o texto de semana que vem.

Vamos lá!

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Entre o hebraico e o caos: Ferdinand de Saussure

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Tudo daqui pra frente é um truque elaborado para te enganar.

Parece normal, quando alguém quer estudar magia, que esqueça que nosso entendimento se sustenta em séculos de pensadores iniciados e leigos conversando entre si. Até mesmo de séculos em que não havia diferença entre o pensamento do leigo e o do iniciado. Nos estudos de cabala judaica, é importante compreender o pensamento de onde a ideia de magia das palavras se inicia: a palavra imanente ao objeto. A cabala sustenta que a palavra hebraica é tão pura e original que está diretamente ligada à essência imanente das coisas.

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A hamr como um Modelo de Magia

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Anteriormente, conhecemos um mapeamento para a alma humana (hamr) baseado na simbologia nórdica – dividido na mente, na aura e na Consciência. Agora, cruzaremos estes conceitos para criar um modelo de magia, com um enfoque para o autoconhecimento. Para isto, discutiremos formas de se obter um entendimento prático dos símbolos apresentados.

Imagem Destacada: RAIDHO

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O Conselho de Dumbledore

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No último volume de Harry Potter, temos um diálogo entre o personagem-título e seu falecido professor Alvo Dumbledore ocorrendo em um local etéreo. Confuso, ele questiona se a situação é real ou “apenas coisa de sua cabeça”. A resposta dada pelo mestre mago é um importante conselho sobre a Imaginação e o potencial da Mente, duas coisas que tem sido negligenciadas por muitos aspirantes magistas.

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