E quem é você para ter a audácia de se declarar um nada?

Em pleno Dia do Perdão, o presidente da sinagoga, em meio ao coro de preces que pediam pela retificação dos erros, se levantou visivelmente emocionado e confessou:

— Meu Deus! Quem sou eu? Eu sou um nada.

Logo depois, seguindo seu exemplo, levantou-se o diretor cultural da sinagoga, que também admitiu:

— Meu Deus! O que sou eu? Eu sou um nada. — voltando a sentar-se com um ar constrito.

Na sequência, o chazan, o cantor da sinagoga, levantou-se e proclamou com sua bela voz:

— Meu Deus, o que sou eu, então? Eu sou mais um nada.

Animado pela seqüência, o shamash, o zelador da sinagoga, fica de pé e confessa:

— E eu, Meu Deus, quem sou eu? Eu sou um nada.

De imediato, várias pessoas protestam:

— E quem ele acha que é para se declarar um “nada”?

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Os passos de um Xamã – Terceiro movimento: “Adquirir o Poder”

Depois de passar um tempo distante do mundo, estou de volta. Um espírito guardião me colocou em uma batalha comigo mesmo, e então pude compreender mais sobre o Poder Xamã. Nas publicações anteriores desta série, abordei por cima o que vem a ser o início da Jornada Xamânica e a Peregrinação, que é um ato sagrado de contato com o seu mundo pessoal. Quando o iniciado “morre” para o mundo profano, e “revive” sob a missão de tornar-se um Xamã – seja ele em específico como um curador, feiticeiro, viajante, guerreiro espiritual, ou tudo isso ao mesmo tempo, ele acumula dentro de si algo que se denomina “O Poder“, e é sobre isso que conversaremos agora.

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Destino, Poder e o Ser

Boa Tarde a Todos e Todas!
Hoje continuamos com nossa série a respeito de Livre Arbítrio e Destino.

Fazendo uma rápida recapitulação, no post passado chegamos à conclusão de que somos todos seres limitados, uma espécie de biomáquina ou biocomputador sem nenhuma verdadeira liberdade de ação, produtos do Big Bang – tudo que fazemos é consequência dos pequenos átomos na nossa cabeça.

MAS!

Hoje eu reviso essa ideia. Venha comigo!

 

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A Trindade Draconiana: Pomba-Gira a Senhora do Desejo

The Awakening of the Will II – Copyright© 2017 Luciana Lupe Vasconcelos 

Seguindo com o segundo texto sobre a Trindade Draconiana, hoje falaremos sobre o arquétipo da Mulher Escarlate, representado popularmente no Brasil pela Pomba-Gira.

No texto anterior Exu o Senhor do Vazio, fiz uma analogia com o arquétipo de Senhor das Trevas. Agora falarei sobre o Arquétipo Pomba-Gira e como ele se encaixa na visão Draconiana sobre o Desejo.

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Matemática Universal

 

Há aqueles que acreditam que tudo está determinado.

E há aqueles que acreditam que tudo depende de nós.

Entre ambos, normalmente surge um sentimento violento e incômodo.

Aqueles que acreditam que tudo está determinado têm a lógica ao seu lado, pois falam da causalidade.

Já aqueles que acreditam que tudo depende de nós, evocam que a causalidade depende de nossas ações, de nossas escolhas.

Eu digo que ambas as coisas são a mesma, e que esse sentimento incômodo de paradoxo é nada mais que uma percepção limitada da realidade.

Aprofundemos.

 

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Palavras de Arluz

Continuando o texto da semana passada, deveríamos passar hoje para o estudo dos deuses e de suas mutações.

Contudo, durante um trabalho espiritual, fui influenciado (em mediunidade de psicografia por inspiração, isso é, recebendo o conteúdo mentalmente e transcrevendo-o) por uma entidade que se identificou como “Arluz”, e cuja assinatura poderá ser vista ao fim dessa postagem.

O texto de Arluz parece-me fantástico, e irei aproveitar o post de hoje para transcrevê-lo aos meus caríssimos amigos e leitores, adicionando a ele pequenas notas explanatórias onde acho que seja necessário – visto que o significado de algumas partes pode ser obscuro e, presentemente, acho-me (acredito) com a memória ainda suficientemente fresca para poder discorrer um pouco a respeito de seu significado.

Vamos lá !

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