Vou buscar fama entre deuses esquecidos…

As pessoas buscam fama na internet, porque, no fundo, não acreditam.

Não acreditam que seus crochês são bem costurados, que suas sobrancelhas foram bem desenhadas, que leram os livros certos, que o que fazem da vida é importante. Precisam confirmar que estão certos.

Aos berros, querem convencer que nazismo é de esquerda, que a Terra é plana, que migrantes a pé são um Walking Dead da vida real, que vencedores de Reality Shows são pessoas legais, que, se eles não podem abortar, ninguém mais pode, que todos devem se sentir culpados por gostar de mais de uma pessoa que de outras, que o sapato de solado vermelho é sempre do mesmo número mas serve em todo pé.

Precisam impor justiça, porque seu deus é impotente.

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O Holobionte e a Practognose

Holobionte: ser vivo (teórico) formado pela soma de organismos (micro e macro) que estão em simbiose. Nós, nossas bactérias e nossos vermes.

A discussão sobre o conceito não é tanto se a teoria está correta, mas, sim, se ela é necessária. Não vale a pena simplesmente aceitarmos que consciência e decisão não são tão individuais assim?

Practognose: conhecimento prático e corporal que precisa ser acessado sem a consciência/cognição, porque é interrompido por processos cognitivos conscientes. Quem dança ou pratica artes marciais entende bem o conceito.

O termo foi cunhado por Merleau-Ponty, mas não costuma ser muito utilizado fora de estudos específicos. É mais fácil encontrar o termo “apractognose”: incapacidade de por em prática habilidades motoras, como vestir as roupas. Diferente de falta de coordenação motora ou falta de cognição, a apractognose aparece na aplicação da ação nessas habilidades do dia-a-dia, que deveríamos ser capazes de fazer sem problemas, mas que, por algum motivo, quem sofre de apractognose não é capaz de completar.

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Venci Alexandre, o Grande, em 2010. Venço Isaac Luria este ano. Ano que vem vencerei Chopin.

Alexandre, o Grande, conquistou o ocidente e morreu aos 30 anos de idade. Venci Alexandre em 2010. Ano que vem, eu chego à idade de Chopin. É interessante pensar em como deixamos essas coisas passar sem comemorar, sem enxergar grandiosidade desses fatos.

Frederic Chopin nasceu em uma aldeia pequena da Polônia, chamada Zelazowa Wola, em 1810. Compôs pelo menos 74 Opus (obras que recebem numeração) e morreu aos 39 anos. Se compôs a primeira aos 15 anos, foram menos 3 por ano. Dizem que odiava tudo que fosse lento.

Venço esse homem ano que vem.

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Baixa Magia

Magia não é só teatralidade, usar ferramentas consagradas, banimentos e todo esse ritual que você é acostumado a definir como magia. “Nossa fiz magia hoje”, disse qualquer imbecil que não estudou nada a fundo o suficiente pra dar uma característica melhor ao que se conhece sobre práticas mágicas.

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Três Formas de Tesão

A referência é meramente metafórica. Todos os envolvidos eram maiores de idade. Já naquela parte de ser “de maior” que começa a ficar triste (os 30 tão logo ali…), diga-se de passagem.

Iniciando um novo “quadro” aqui no Platinorum, em Experimentos Esotéricos compartilharei um pouco de minhas experiências práticas na área do esoterismo, assim como nosso convidado especial, Dheib, o fez.

Hoje, três formas de tesão!

 

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Platinorum Recomenda: After the Angel, An Account of The Abramelin Operation – Marcus Katz.

Tá no Kindle Unlimited!

Ultimamente estou tendo muito contato com as excelentes obras de Marcus Katz, principalmente as que envolvem Tarot. Recomendo todos os livros dele, porém não encontrei nenhum em português.

After the Angel são as páginas dos diário de Marcus enquanto ele realiza a Operação de Abramelin, o autor consegue descrever em poucas palavras todas as etapas e principalmente suas vivências durante a Operação, até o dia em que consegue realmente o Conhecimento e Conversação com o Sagrado Anjo Guardião.

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Vida x Morte e as Árvores de Mentiras

Dizem que a Árvore da Vida é o mapa da consciência do homem.

Através da Kabbalah Hermética, foram construídas correlações entre esse código que supostamente tenha sido criado pelos judeus e posteriormente absorvido e utilizado por correntes magísticas. Em algum momento, criou-se o conceito oposto das Sephirot, as Qliphot. Muitos a vêem com um oposto complementar, outros como um oposto nefasto. Alguns cabalistas apenas a definem como rejeitos do Criador (o reino de Sitra Ahra, o “outro lado”), onde a luz do criador não toca, a expulsão do paraíso. Alguns também acreditam que ela é desnecessária pois as Sephiroth já possuem estes conceitos em si e não seria necessário outra árvore exclusiva para ela. Vou propor uma visão divergente.

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