BANIMENTOS!!!

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Terceira e última parte da análise do “Liber O”, do nosso querido e amado Therion. Passamos pela Forma Deus e pela Vibração dos Nomes, e agora vamos para os famosos banimentos.

Primeiramente é necessário que o estudante saiba de uma coisa: os rituais de banimento, por mais diversos e específicos que sejam, são convenções, isso mesmo, são apenas uma fórmula pré-estabelecida que determinada egrégora utiliza para preparação de um ritual ou atividade específica, na grande maioria das vezes realizar um ritual de banimento sem fazer parte da egrégora de nada adianta, é mero exercício de visualização.

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Sugestões simples para o Yule.

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Os dias 20, 21 e 21 desse mês comemora-se o Solstício de Inverno, seria o “fim do ano” de acordo com as estações. O mesmo período foi usurpado pela Igreja como o nascimento de Cristo, mas isso não vem ao caso agora.

Apesar do difícil período que se mostra, há a promessa de uma nova esperança, o Sol, doador de vida e abundância, renasce, agora é o nascimento da Criança Prometida, trazendo consigo a esperança de um novo começo e da realização de projetos.

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A VIBRAÇÃO DOS NOMES DIVINOS.

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Vamos continuar a dissecar o Liber O Vel Manus et Sargitae. Vimos anteriormente a Assumção de Forma Deus e sua importância para o magista, o assunto ainda não foi completamente explorado, porém temos de ir adiante.

Lembrando o que Crowley disse:

Existem três importantes práticas conectadas a todas as formas de cerimônia ( mais dois métodos que discutiremos posteriormente ):

a- Assunção de Formas-Deus.

b – Vibração dos Nomes Divinos

c – Rituais de Banimento e Invocação.

 

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Exemplos de Assunção Forma -Deus.

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Para finalizar o texto anterior irei narrar dois fatos experimentados por mim. Ambos retirados de meus diários mágicos, vou omitir as datas astrológicas e profanas, mas o resto está tudo ai.

Exemplo 1: Assunção da Forma –Deus de Ogum para reconsagrar minha espada cerimonial.

Objetivo: Reconsagrar minha arma elemental do Ar dando a ela uma característica mais bélica. Para isso acreditei ser melhor assumir a Forma –Deus de Ogum, é uma divindade que possuo intimidade e também é de um panteão que possuo um conhecimento bom. Dentre as características busquei lembrar-me de Ogum como ferreiro, guerreiro e generoso com seus comandados. A figura de Ogum Megê-Megê serve muito bem por ser mais velho e sábio, um estrategista racional. E também por Ele ser temido pelos espíritos maléficos e mal intencionados. Qualidades essenciais para minha espada: Ar, Razão, Ser temida pelo mal.

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Assunção de Forma-Deus

Crowley-Thelema-Abbey

Existem três importantes práticas conectadas a todas as formas de cerimônia ( mais dois métodos que discutiremos posteriormente):

       a- Assunção de Formas-Deus.
       b – Vibração dos Nomes Divinos
       c – Rituais de Banimento e Invocação.

Aleister Crowley, Liber O Vel Manus Et Sargitae

A prática mágica está conectada à criatividade, arte, e consequentemente ao teatro. Muitas das cerimônias mágicas são peças teatrais muito bem articuladas, onde os participantes representam um papel importante e as falas, gestos e movimentações são de um profundo significado. Os Oficiais da Golden Dawn representavam papéis dos Deuses Egípcios em muitas das suas cerimônias.  É comum em cultos afros os praticantes serem possuídos por seus Deuses assim como em outros cultos do êxtase, apesar dos estudiosos afirmarem que, no Candomblé, por exemplo, o Orixá não é um espírito, e sim uma divindade pessoal do iniciado, representante de uma força subconsciente, de sua ancestralidade e potencialidade. Crowley, em seu Liber O, cita a Assunção de Formas-Deus como a primeira de três práticas que o mago deve ter completo domínio.

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Livros básicos – Livro 1

Essa cena tão icônica, não existe na peça!

Houve a sugestão de uma lista de livros que poderiam guiar os magistas, iniciantes ou não, através da senda. Sabemos que não há uma Universidade de Magia e que existem diversas obras sobre o assunto, nem todas são boas e nem todas são ruins, ter o bom senso para escolher o que ler e de jogar-se fora o que leu ou está lendo pode ser muito difícil. Essa dificuldade é natural em todos. Temos muitos livros, ordens, gurus e picaretas espalhados pelo caminho, e vivemos em um tempo em que a capacidade de fazer escolhas criteriosas está deteriorando-se. Muitas opções causam este mal.

Para tentar ajudar, ou pelo menos não atrapalhar, vamos realizar alguns posts com dicas de livros. Ainda não é sabido quantos livros e quanto tempo essa série vai demorar. Vale a pena lembrar que o Esoterismo, Misticismo e Ocultismo Ocidentais são matérias extensas, ainda mais aqui no Platinorum onde trazemos a parte Oriental também! São milhares de anos desenvolvendo-se sistemas e técnicas, e tentamos ensinar tudo em textos ligeiramente curtos. Então, paciência.

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Boa noite! E vamos falar o que ninguém quer falar?

Willy Wonka

Esse é o primeiro texto desse portal, e antes de tudo vou avisar: NÓS SOMOS PERIGOSOS. Não é pelo nosso elevado nível e conhecimento (não mesmo!), o motivo é: nós não devemos nada para ninguém! Então em um belo dia de chuva e ventos fortes foi decidida a criação desse portal, e a missão dele, simples: Falar da Prática Mágica e do Ocultismo de maneira séria e educativa, ser um espaço de real livre expressão e da busca do Humano Divino, a busca de ser o melhor. Uma missão difícil, mas que valerá cada segundo.

E como início, e provar que não estamos de brincadeira, vamos falar daquilo que ninguém falou para você sobre Magia:

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