Divindades e Patrões Exigentes

American Gods Season 1 2017

Nos mais diversos meios pagãos hoje, é muito comum vermos pessoas falando sobre terem se dedicado a alguma divindade (ou mesmo um grupo delas) ou alegando possuir algum tipo de patronato; mas seria assim tão comum ou tão simples obter um contato tão profundo com os deuses? Após escrever sobre o impacto que alguns aspectos de Óðinn podem ter sobre um devoto, decidi falar de forma mais ampla sobre a construção da relação entre as pessoas e os deuses com enfoque no paganismo nórdico.

Imagem destacada: Shadow e Mr.Wednesday na adaptação em seriado de Deuses Americanos, lembrando vocês que ter uma divindade por perto o tempo todo pode não ser exatamente bom…

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A Má Sorte dos Seguidores de Odin

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Entre certos grupos europeus, muitos voltados à bruxaria, é comum dizer que os seguidores de Óðinn teriam má sorte. O áss é visto como um trickster, pouco atento às necessidades daqueles que se voltam a ele, sempre disposto a testar as estruturas que entra em contato. Analisaremos a divindade partindo deste ponto de vista, apontando também como isto impactaria sobre aqueles que decidem buscá-la.

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O Que Está Dentro e o Que Está Fora

Aprendemos coisas impressionantes com os espíritos.

Sempre foi de minha opinião, tanto enquanto terapeuta holístico quanto enquanto pessoa, que a primeira coisa que via ao olhar para alguém era aquela pessoa em si. É óbvio, não?

Você olha para alguém, você conhece aquele alguém. Olhe lá o Cláudio. Você viu a cara do Cláudio, se você for falar do Cláudio, claro que você vai saber quem é o Cláudio, certo? Errado.

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O Bombeiro de Rosh Hashanah

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Durante o último mês do calendário judaico, tocamos o shofar. O shofar é um instrumento de sopro, feito de chifre de carneiro. Pode ser de diversos formatos e tamanhos. A maioria das pessoas crê que o shofar é algum tipo de fetiche, objeto mágico capaz de dar poder a quem o segura. Não deixa de ser verdade. Mas, dentro do judaísmo, o shofar tem um significado mais forte e mais mundano.

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A Verdadeira História dos Chakras

Esse post é uma tradução do post original por Christopher Wallis (Hareesh), de seu blog Tantrikstudies.

Eu pessoalmente não conheço as técnicas aqui apresentadas, mas já tive experiências que comprovam a validade do uso do mantra “LAM” em outros chakras além do primeiro, incluindo em todos os chakras (para um efeito de ancoramento no plano físico e redução de dores/desconfortos).

Para ler o texto no original, basta seguir esse link.

 

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E quem é você para ter a audácia de se declarar um nada?

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Em pleno Dia do Perdão, o presidente da sinagoga, em meio ao coro de preces que pediam pela retificação dos erros, se levantou visivelmente emocionado e confessou:

— Meu Deus! Quem sou eu? Eu sou um nada.

Logo depois, seguindo seu exemplo, levantou-se o diretor cultural da sinagoga, que também admitiu:

— Meu Deus! O que sou eu? Eu sou um nada. — voltando a sentar-se com um ar constrito.

Na sequência, o chazan, o cantor da sinagoga, levantou-se e proclamou com sua bela voz:

— Meu Deus, o que sou eu, então? Eu sou mais um nada.

Animado pela seqüência, o shamash, o zelador da sinagoga, fica de pé e confessa:

— E eu, Meu Deus, quem sou eu? Eu sou um nada.

De imediato, várias pessoas protestam:

— E quem ele acha que é para se declarar um “nada”?

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AUNTAMAN

Acordem os antigos

Pois o Rei da Morte foi coroado,

As pragas despertaram

Em seu zunido nefasto;

Os coveiros sua sentença irão cumprir,

O celestial perecerá

Até o novo Sol Vermelho, surgir!

AUNTAMAN!

Gritaram todos os devassos

AUNTAMAN!

Todos os ritos estão mortos

AUNTAMAN!

A besta cega grita no céu estrelado!

AUNTAMAN!

A Estrela da Morte brilha sua luz negra.

AUNTAMAN!
Tudo será destruído!

 

kass

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A magia mais poderosa

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Um mago judeu — digo — um rabino, profundo estudioso da cabala, entrou pela porta da sala de aula.

Viera visitar a escola algumas vezes antes e hoje estava interessado em saber como as crianças estavam se comportando em seu aprendizado das letras. A turma era de alunos pequenos. Nas escolas modernos, os alunos estavam divididos por idade. Muito diferente das escolas onde o rabino estudara. A turma era só de crianças pequenas que cochichavam assustadas tentando descobrir o que o rabino era.

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Game of Thrones e Mitologia Contemporânea

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“A Canção de Gelo e Fogo” é uma série de livros iniciada em 1996 por George R. R. Martin, hoje muito popular devido a sua adaptação para televisão “Game of Thrones” (indo ao ar pela primeira vez em 2011). Através de ambas as vias, diversos elementos da mitologia emergiam do Inconsciente Coletivo e se tornaram mais uma vez cotidianos para as pessoas que as acompanham. Para mostrar a grande capacidade de remanifestação destes elementos, iniciamos essa série de posts com análises fazendo a ponte entre os mitos antigos e contemporâneos.

Os textos terão como referência primária os livros, podendo haver grandes diferenças em relação ao que é apresentado na série de TV. Além disso, para permitir uma análise mais profunda, poderão conter spoilers.

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