Atualizando Conceitos

Há alguns anos iniciei minha caminhada magística além do campo teórico.

Nesses anos aprendi muita coisa, e revi muitos conceitos antigos que tinha.

Assim sendo, irei a partir de hoje reescrever vários posts antigos meus, colocando neles uma nova percepção. Os posts serão apagados conforme for necessário, com o link para o novo post que trata desse assunto sendo colocado nesse post que vocês leem agora.

Tudo muda. Em certos momentos, temos que estar preparados para essa mudança. E, por isso mesmo, vejo que é hora de renovar meus pensamentos e meus posts a respeito dos mais variados assuntos. Espero ver vocês lá!

  • Desmond
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Fjölkyngi, magia nórdica e contemplação

Estava pensando em revisar o post sobre magia prática nórdica e o expandir, porém acabei esbarrando em uma discussão interessante de ser trazida a tona. É difícil traduzir “magia” para o nórdico antigo, porém temos a palavra “fjölkyngi” e ela possui muito o que ensinar. A exploraremos e veremos o quanto uma única palavra é capaz de conter.

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Platinorum Recomenda – Futhark

Livro de Edred Thorsson (autor muito referenciado na magia rúnica) saindo pela Editora Pensamento, pode ser facilmente confundido com uma nova edição de O Oráculo Sagrado das Runas (tradução de “Runecaster’s Handbook” pela mesma editora, que se encontrava esgotada) por conta do subtítulo. Porém, é mais do que isso: trata-se de uma expansão do kit dessa vez focada na tradução de Futhark: a handbook of rune magic – uma obra de base no estudo de runas.

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Teoria Popmagick: RPG, atributos e mágic(k)a

“Popmagick” é um termo cunhado na magia do caos e popularizado por Grant Morrison (que também é quadrinista), e designa a apropriação de ícones da cultura pop para a prática magística. Embora este texto seja uma discussão mais conceitual, podemos dizer que ela faz parte da popmagick – usaremos ideias vindas do RPG de mesa para debater diferentes relações entre o magista e a própria magia.

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“Onde está você?” e “Onde está seu irmão?”

Paralelos e atemporalidade do texto

“Onde está você?” é a pergunta de D’us para Adão, em Bereshit/Genesis 3:9, logo após Adão comer da Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal.

“Onde está seu irmão?” é a pergunta de D’us para Caim, em Bereshit/Genesis 4:9, logo após este matar Abel.

O paralelo é importante. Mesmo que os dois tenham sido punidos pelo que fizeram, o erro (crime ou pecado) são bem diferentes. Adão desobedece uma ordem direta de D’us, come da árvore que está no centro do jardim. D’us o chama e ele está escondido por “vergonha” (dizem, vamos ficar com essa resposta agora). É claro que D’us, onisciente, onipresente e tudo mais, sabe onde está Adão. D’us dá uma oportunidade para que Adão retorne a D’us. Adão retorna, admitindo seu erro.

Já quando Caim mata seu irmão, D’us pergunta sobre seu crime. Obviamente D’us sabe o que Caim fez (onisciente, onipresente e tal), mas Caim não aceita a oportunidade. Ao contrário, escolhe se afastar de D’us.

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Ame, Ame Desigualmente

Hoje me peguei pensando em vegetarianismo, e uma dúvida que os defensores mais fanáticos de uma doutrina vegetariana/vegana usam: “Se você ama seu animal de estimação, porquê come carne? A carne vem de animais também!”.

Não entrarei muito aprofundadamente nessa discussão, mas achei importante analisar um aspecto espiritual mais profundo da mesma.

O amor, deve ser dado igualmente a todos os seres?

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