David, o perigoso – ou como desobedecer o rei

E ele mudou sua fala diante seus olhos, e ele fingiu insanidade em suas mãos. E ele arranhou as portas e deixou a saliva escorrer em sua barba. (1 Shemuel/Samuel 21:13)

A interpretação comum é que David, com medo de ser morto pelo rei, fingiu estar louco. Se jogou contra a porta e babou. Dizem que esses gestos se assemelhariam a um ataque epilético. E, na época (como hoje), as pessoas têm medo de se aproximar de epiléticos. O rei, assim, em vez de considerar David uma ameaça, manda apenas que o expulsem do palácio.

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OS Motivos.

Faz um bom tempo que não escrevo por aqui, e é justamente esse o assunto que escolhi para voltar. Durante minha ausência eu não fiquei parado e não deixei minhas práticas de lado, pelo menos as que funcionam, e sinceramente eu não queria voltar a escrever, não mesmo! Se não fossem alguns bons amigos eu não escreveria mais. Porém eles foram bem sinceros ao dizer que mesmo com todos os problemas, todo o “mimimi” e todos os “achismos” e “esquisoterices”, escrever sobre ocultismo vale a pena, e “alguém tem de fazer o serviço sujo”.
Então, por que eu decidi não escrever durante um tempo?
Antes de responder, vale à pena avisar que eu não estou aqui para te agradar, nem escrever o que você quer ler, se seu objetivo é encontrar alguém que sempre concorde com você ou que só escreve aquilo que você acha certo, vá para outro lugar!
Você foi avisado. Leia por sua conta e risco!

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A Canção Silenciosa das Runas

Quando lemos a palavra “runa” atualmente, logo pensamos nos antigos alfabetos germânicos e na sua atual associação com forças magísticas. É atribuído um caráter sagrado e mistificado aos caracteres, muitas vezes se alegando um embasamento em lendas e poemas. Porém, quando olhamos estes textos em seu idioma original e verificamos usos antigos para a palavra “rún”, podemos obter uma nova interpretação que vai além de uma ideia sobre “letras mágicas” e abre muitas possibilidades.

Imagem destacada: Nataša Ilinčić

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O Êxtase da Criação Mágicka/Artística

A magia é um ato de criatividade, o que lhe rendeu o nome “A Arte”; porém também é o estabelecimento de uma comunicação entre a nossa Vontade e o nosso entorno. A relação entre magia e as artes é antiga, e observar a forma que se entrelaçam pode nos render pensamentos interessantes. Colocaremos aqui algumas ideias envolvendo este diálogo principalmente nas artes visuais.

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Mind Magic

A good time to all readers.

If we consider that the magic is all change to reality through the exercise of will, then all prayer is magic, I know it is controversial that statement, but it fits well within that definition.

It makes me think and share with you the idea of mind magic, it can be two different cases, the first being the magic generated in the mind and the second the magic that affects the mind, in this text I will focus myself on the generated magic in mind.

It is essentially more difficult than spells of other aspects such as the ceremonial magic, but why that? 

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Magia Mental

Um bom momento a todos os leitores.

Se considerarmos que magia é toda alteração da realidade através do exercício da vontade, então toda oração é magia,  eu sei que é polêmica essa afirmação, mas se enquadra bem, dentro dessa definição.

Isso me faz pensar e compartilhar com vocês a ideia de magia mental, podendo ser dois casos distintos, sendo o primeiro a magia gerada na mente e o segundo a magia que afeta a mente, nesse texto eu vou me focar na magia gerada na mente.

Ela é essencialmente mais difícil que magias de outras vertentes como, por exemplo, a magia cerimonial,  mas porquê disso?

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